Poesia e Cordel
  



Escrito por Rosáfico às 12h58
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   Cordel - Um ex. de 1938



Escrito por Rosáfico às 13h20
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Escrito por Rosáfico às 17h11
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Escrito por Rosáfico às 18h48
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Escrito por Rosáfico às 00h26
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Escrito por Rosáfico às 20h35
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Escrito por Rosáfico às 18h02
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   Cidadão Natalense

Zé Saldanha agradeceu em poesia o

    Título de Cidadão Natalense.



Escrito por Rosáfico às 16h43
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   Sociedade dos Poetas Vivos e Afins

Dois grandes nomes da poesia femenina com Zé Saldanha, ambas da Sociedade dos Poetas Vivos e Afins do Rn.

 



Escrito por Rosáfico às 23h02
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   Zé Saldanha na Veja

  A Revista Veja, Editora Abril  de 09 de maio de 2007 estampa essa reportagem com Saldanha  na página 49:



Escrito por Rosáfico às 22h14
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   Cerro Corá e Natal Homenageiam Zé

Os então prefeitos de Cerro Corá (acima) e de Natal (abaixo) homenageando Zé.



Escrito por Rosáfico às 21h48
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   Xilogravuras

   Xilogravuras do poeta  Zé Saldanha, pelos artistas RSD e Erick Lima.



Escrito por Rosáfico às 00h12
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   Sociedade do Poetas Vivos e Afins

A Sociedade do Poetas Vivos e Afins do RN – SPVA é uma união efervescente de poetas que dinamizam essa interação cultural desde 1977. Zé Saldanha é um dos sócios.

 

              Geralda Efigênia, Presidente da SPVA, ao lado do  poeta

                                  Zé Saldanha



Escrito por Rosáfico às 23h58
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   César, Alexandre, Napoleão, Marx, Lênin... declinaram

    Felipe Tiago Gomes ao lado de Raquel de Queiroz

 

Rachel de Queiroz, talentosa escritora brasileira, filha de Fortaleza (1910/2003), projeção nacional aos 20 anos de idade, quando publicou um romance que lhe deu renome. Descreveu o sofrimento do sertanejo diante da seca. Depois mudou-se para RJ. Tornou-se a 1ª mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras (1977). Como convidada de Dr. Felipe Tiago Gomes, Raquel assim se expressou: “O Trovadorismo chegou ao Brasil através dos colonizadores lusos travestidos de poetas populares. Antes dos jornais, o cordel era a fonte de informação. Há notícia de um folheto impresso, circulando no alto sertão pernambucano em 1836. Talvez impresso em Portugal pois entre nós, Sílvio Romero registrou a publicação do 1º trabalho em 1893 por Leandro Gomes de Barros. Leandro veio pra ficar, como Rodolfo Coelho, José Bernardo, João Martins, Manoel Caboclo, José Camelo, Zé Praxedes, João Melquíades, Zé Saldanha, etc. O poeta nordestino exterioriza a alma de uma raça através de renomados cordelistas... Lembro-me quando fiz a apresentação do livro “Eu Sou o Cego Aderaldo” em 1944, descrevendo-o como o último dos grandes cantadores. Tudo estava mudando com a o rádio que chegava aos lugares mais distantes do sertão. Quando Aderaldo cantava, comovia, emocionava, dominava os auditórios! Além de improvisar, também cantava versos de lavra alheia. Tinha mais de 80 anos e mais de 60 de cantoria. Lembro-me quando conheci, nos anos 60, um seu amigo e conterrâneo que muito falava de você e fez muito sucesso no sul do país, decantando as raízes sertanejas. Foi o saudoso Zé Praxedes! Muitos palácios e templos foram demolidos ao longo do tempo. César, Alexandre, Napoleão, Marx, Lênin e Stalin, declinaram, caíram da moda. Mas os versos de Homero já somam 2 500 anos de existência sem perder uma sílaba! No latim o poeta é conhecido como vate: adivinho, profeta, vidente, mestre. E nos bastidores me falaram que Saldanha é tudo isso. E muito mais: um sertanejo que fez seus trabalhos cruzarem o Atlântico, por ser expoente da cultura poetizada norte-rio-grandense. Levarei comigo a imagem forte do poeta que Felipe Tiago  nos traz, cujo mote colorido glosou para todos, retratando a sociologia da decrepitude: ‘O Mundo só veio prestar quando eu não prestava mais!’ Honram-me os desígnios festivos que me trouxeram até José Saldanha. É um privilégio conhecer esse sertanejo!”

 



Escrito por Rosáfico às 23h19
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   Como dizia o poeta Saldanha

 Robson Pires, O Xerife da Cidade, enfatiza em seu BLOG:

       Como dizia o poeta Zé Saldanha:

  “O mundo só veio prestar, quando eu não prestava mais!”.



Escrito por Rosáfico às 13h10
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